Este espaço se propõe a reunir material sobre loucura e todo o aparato que a envolve. Espaço para memória, videos, leituras, noticias e tudo o mais que nos cair em mãos em nossa tarefa diária de pensar sobre o tema.Também postaremos materiais que, ainda que não se relacionem diretamente com o tema, esclarecem o pensamento de autores importantes para se chegar lá. Doiduras, maluquices, vesânias de toda sorte serão bem vindas.

3 de jun. de 2013

24 de mai. de 2013

Máquinas de sofrer

Só pra lembrar o porquê de dizer não ao manicômio:

 


























 


Lembrou?

12 de mar. de 2013

Filme : AS cores da Utopia


“As Cores da Utopia”, é o titulo do documentário produzido e dirigido por Júlio Nascimento em 2011, narra a história do artista plástico baiano Reginaldo Bonfim – O Louco.
 
  

FICHA TÉCNICA
AS CORES DA UTOPIA
Diretor: Julio Nascimento
Produção: EBN Consultoria Psicológica
Roteiro: Julio Nascimento
Fotografia: Guilherme Carneiro
Ano: 2011
País: Brasil
Gênero: Documentário
Cor: Colorido
Duração: 80 minutos

23 de fev. de 2013

LIVRO: “Custódia e Tratamento Psiquiátrico no Brasil: Censo 2011”, de Debora Diniz


Estudo sistematiza, pela primeira vez, as informações psiquiátricas, jurídicas e sociodemográficas de uma população invisível e vulnerável: "os loucos infratores". A pesquisa foi realizada pela Anis – Instituto de Bioética, Direitos Humanos e Gênero, presidida pela médica Cássia de Castro. A coordenadora geral da pesquisa foi a antropóloga Debora Diniz, professora da Universidade de Brasília e pesquisadora da Anis. A entidade co-executora foi a Universidade de Brasília. Outros centros e institutos de pesquisa atuaram como consultores e
especialistas em diferentes etapas da pesquisa, tais como: IPUB/UFRJ; IBCCRIM; Ministério Público Federal; UERJ; Fiocruz; MPDFT; Justiça Federal; e MPGO.

livro: “Custódia e Tratamento Psiquiátrico no Brasil: Censo 2011”, de Debora Diniz.
O livro, com tiragem de 3 mil exemplares, está sendo distribuído pelo Ministério da Justiça para bibliotecas, centros de pesquisa, órgãos e agências governamentais no campo da saúde mental e do sistema prisional, gestores, ministério público e demais instâncias jurídicas, além de OABs e Conselhos Federais ligados ao tema, entre outros. O livro também foi publicado em versão eletrônica. O e-book, com download e distribuição gratuita, pode ser encontrado aqui.

12 de fev. de 2013

Rede Estadual de Saúde Mental e Economia Solidária


A Rede Estadual de Saúde Mental e Economia Solidária irá realizar sua primeira reunião do ano.
Dia: 21 de Fevereiro (quinta-feira)
Horário: 9h
Local: Auditório Aud. Rev. Wilson de Souza Lopes - Rua Piauí, 143 – 11º andar (Mackenzie – SP) – Travessa da R. da Consolação – Próximo ao Metrô República.

7 de fev. de 2013

VI Congresso Brasileiro de Ciências Sociais e Humanas em Saúde

A Comissão de Ciências Sociais e Humanas da ABRASCO anuncia a realização do VI Congresso Brasileiro de Ciências Sociais e Humanas em Saúde, entre os dias 13 e 17 de novembro de 2013, no Rio de Janeiro, no Campus Maracanã da Universidade do Estado do Rio de Janeiro. Essa sexta edição tem como tema central "Circulação e Diálogo entre Saberes e Práticas no Campo da Saúde Coletiva", definido a partir das reflexões produzidas durante os cinco congressos anteriores e as participações das Ciências Sociais e Humanas no desenvolvimento da Saúde Coletiva brasileira. O Congresso pretende reunir pesquisadores, docentes, profissionais e estudantes de pós-graduação e graduação nas áreas de ciências humanas e sociais voltadas para a saúde. Pretende-se incentivar o debate, a reflexão e o enfrentamento dos desafios teóricos e práticos colocados para esta área no contexto contemporâneo. Serão muito bem vindos aqueles que querem pensar, debater, construir e refinar a nossa ampla participação no campo da saúde. Link:http://www.cienciassociaisesaude2013.com.br/

4 de fev. de 2013

ESTAMIRA

Estamira e a Indústria da Morte

HISTÓRIA DA LOUCURA E DA PSIQUIATRIA

060. HISTÓRIA DA LOUCURA E DA PSIQUIATRIA

Coordenadores: ANA TERESA ACATAUASSÚ VENANCIO (Doutor(a) - Casa de Oswaldo Cruz/Fiocruz), YONISSA MARMITT WADI (Doutor(a) - Universidade Estadual do Oeste do Paraná - UNIOESTE)

Resumo: Este simpósio pretende dar continuidade à troca intelectual já levada a efeito no XXVI Simpósio Nacional de História (São Paulo, 2011), no XV Encontro Regional de História (Rio de Janeiro, 2012) e no XIII Encontro Regional de História (Paraná, 2012). Mantemos como objetivo a reunião de especialistas em uma área em franco desenvolvimento e processo de consolidação na historiografia: a história da loucura e da psiquiatria. Compreende-se como “história da loucura e da psiquiatria” um conjunto de discussões e pesquisas desenvolvidas a partir do tema central da loucura, tratada em temporalidades e espacialidades diversas. Estas análises, realizadas a partir de diferentes perspectivas teóricas e metodológicas e mesmo em áreas de conhecimento diversas (como Ciências da Saúde e Ciências Humanas), tem se desdobrado em problemáticas tais como a própria constituição histórica dos conceitos (loucura / doença mental / saúde mental), suas relações com a configuração da ciência psiquiátrica, a constituição de instituições, aparatos e políticas de assistência, as experiências dos sujeitos com a doença e mesmo as concepções de humano que se produzem a partir do físico, do mental e do moral. Propõe-se assim, neste simpósio, reunir trabalhos nos seguintes eixos temáticos: a) Instituições psiquiátricas e contextos nacionais; b) Psiquiatria, criminologia e biodeterminismos; c) Psicopatologia, diagnóstico e classificação da diferença; d) Loucura e gênero; e) Narrativas da loucura; f) Fontes de pesquisa.
Justificativa: O campo da história da loucura e da psiquiatria no Brasil, assim como em outros países tem como um de seus marcos importantes os trabalhos desenvolvidos a partir da década de 1970, inspirados na literatura crítica contemporânea. Trata-se de textos marcados por uma revisão e ruptura em relação ao modo idealizado como esta história vinha sendo escrita pelos “pioneiros”, conformando-se um novo fazer historiográfico tanto do ponto de vista da filiação teórica – maciçamente inspirada em Michel Foucault – quanto do ponto de vista da eleição de novas fontes. A produção em torno da temática cresceu de modo expressivo, observando-se, nos últimos vinte anos, uma certa revisão dessa linha de pesquisa. São estudos que articularam a questão da temporalidade à dimensão da cultura na qual o mundo da ciência também está inserido, produzindo abordagens centradas na história cultural, na micro história e, em grande parte, no diálogo com a antropologia. É o intercâmbio entre essa produção intelectual que anima esta área temática, que pode ser visualizada por intermédio dos trabalhos desenvolvidos em programas de pós-graduação em história, antropologia, sociologia, psicologia e na própria medicina, das publicações em periódicos e das apresentações em congressos científicos, agregando um crescente e diversificado universo de pesquisas e pesquisadores interessados em compreender, discutir e comparar as formas como diferentes sociedades se defrontam, entendem e lidam com a problemática da loucura. Neste sentido, propõe-se neste simpósio discutir questões correlatas ao campo referido, através de eixos como: a) Instituições psiquiátricas e contextos nacionais: discussões sobre como, em diferentes períodos, instituições psiquiátricas estiveram articuladas à historia política de seus respectivos países, participando da construção de representações sociais, do desenvolvimento do Estado e das políticas públicas para a área da saúde e da saúde mental, bem como sobre a concorrência e conflitos entre a psiquiatria e outras práticas de cura; (b) Psiquiatria, criminologia e biodeterminismos: debates sobre o modo como saberes e práticas médico-psiquiátricos conviveram com teorias de cunho biológico – como a eugenia, a teoria lombrosiana, a frenologia – interagindo com diferentes campos de saberes – como a criminologia, o direito, a pediatria – e produzindo representações especificas sobre o estatuto do físico, do mental e do moral para o humano; (c) Psicopatologia, diagnóstico e classificação da diferença: discussão de pesquisas sobre diagnósticos psiquiátricos em voga em diferentes períodos históricos, abordando tanto aspectos de uma história conceitual quanto a relação dinâmica dos conceitos psiquiátricos com os contextos culturais, marcados por valores, representações e práticas relativas à loucura; (d) Loucura e gênero: debates sobre as correlações entre produção da doença mental – incluindo-se diagnósticos específicos – e o estatuto do gênero dos atores sociais, considerando as relações entre o estatuto de gênero de quem produz um certo discurso (como o discurso médico) e de quem é objeto deste, bem como as diferenças que esses discursos produziram no que se refere à loucura em homens e em mulheres; (e) Narrativas da loucura: discussões sobre as diferentes manifestações discursivas e expressões narrativas (literatura, cinema, escrituras ordinárias, falas, prontuários, expressões artísticas e simbólicas) de diferentes sujeitos (especialmente os considerados loucos) e suas representações do universo institucional, do saber, das vidas individuais, etc.; (f) Fontes de pesquisa: discussões sobre o uso de diferentes tipos de fontes, o acesso e preservação dos acervos documentais existentes, e suas possibilidades e limites para a pesquisa neste campo. Acreditamos, assim, que a realização do XXVII SNH será uma nova oportunidade para fomentarmos o interesse e reunirmos a produção resultante de pesquisas no campo referido, produzidas em diversas regiões brasileiras.
Bibliografia:
CARRARA, S. Crime e Loucura: o aparecimento do manicômio judiciário na passagem do século. Rio de Janeiro: Eduerj; Edusp, 1998.
CASTEL, R. A Ordem Psiquiátrica: a Idade de Ouro do Alienismo. Rio de Janeiro, Graal, 1978.
COSTA, J. F. História da psiquiatria no Brasil: um corte ideológico. Rio de Janeiro, Xenon, 1989.
CUNHA, M. C. P. O Espelho do Mundo: Juquery, a história de um asilo. Rio de Janeiro: Paz & Terra, 1986.
ENGEL, M. G. Os Delírios da Razão: médicos, loucos e hospícios (Rio de Janeiro, 1830-1930). Rio de Janeiro: Fiocruz, 2001.
FOUCAULT, M. História da loucura na idade clássica. São Paulo: Perspectiva, 1978.
GAUCHET, M. ; SWAIN, G. La pratique de l’esprit humain. L’institution asilaire e la révolution démocratique. Paris: Éditions Gallimard, 1980.
HUERTAS, R. Historia de la Psiquiatria, ¿Por qué?, ¿Para qué? Tradiciones Historiográficas y Nuevas Tendências. Frenia,, Madrid, v. I, n.1, p.9-36, 2001.
HUERTAS, R. História cultural de la psiquiatria. Madrid: Catarata, 2012.
MACHADO, R. A Danação da Norma. Medicina social e constituição da psiquiatria no Brasil. Rio de Janeiro, Graal, 1978.
PORTER, R. História social da loucura. Rio de Janeiro: Jorge Zahar Editor, 1991.
SANTOS, N. M. W. Narrativas da loucura e histórias de sensibilidades. Porto Alegre: Ed. da UFRGS, 2008.
VENANCIO, A. T. A.; CASSILIA, J. A. P. A doença mental como tema: uma análise dos estudos no Brasil. Espaço Plural (Unioeste) n. 22, p.24-34, 1. sem. 2010.
VENANCIO, A. T. A. Da colônia agrícola ao hospital-colônia: configurações para a assistência psiquiátrica no Brasil na primeira metade do século XX. História, Ciências, Saúde - Manguinhos, v. 18, supl. 1, p. 35-52, 2011.
WADI, Y. M.; SANTOS, N. M. W. História e loucura: saberes, práticas e narrativas. Uberlândia: EDUFU, 2010.
WADI, Y. M. Entre muros: os loucos contam o hospício. Topoi, v.12, p.250-269, 2011.

LINK PARA INSCRIÇÕES:
http://www.snh2013.anpuh.org/simposio/view?ID_SIMPOSIO=1084

18 de dez. de 2012

Sobre as Políticas Públicas da Saúde Mental no Brasil

Matéria retirada do INFORME ENSP  da Escola Nacional de Saúde Pública Sergio Arouca

Rumos da saúde mental frente aos

desafios do SUS

 
Como a conjuntura social e política, nas últimas décadas, afetou no desenvolvimento do campo da Reforma Psiquiátrica no Brasil? Esta foi a principal questão explorada na mesa-redonda Análise das Políticas Públicas da Saúde Mental no Brasil e sua contribuição na Saúde Coletiva no segundo dia (8/6) do III Congresso Brasileiro de Saúde Mental. Um dos expositores desta atividade foi o pesquisador da ENSP/Fiocruz Paulo Amarante, que destacou ser fundamental que a militância da saúde mental volte suas forças para fazer críticas atualizadas ao pensamento psiquiátrico e não fique apenas preocupada em abrir novos Centros de Atenção Psicossocial pelo país.

O psiquiatra italiano Ernesto Venturini foi o primeiro a se apresentar na mesa-redonda e levantou o impasse do tratamento das drogas, em especial do crack, hoje no Brasil. Para ele, há um movimento pela retomada do controle do comportamento do usuário, voltado para uma estrutura psiquiátrica fechada e indo contra as conquistas obtidas pela Reforma Psiquiátrica Brasileira. “Precisamos desenvolver uma série de avaliações científicas e críticas para comparar os custos diretos e indiretos dessas ações. O papel familiar é fundamental nesta luta contra as drogas, e precisamos também de pesquisas que possam mostrar o quanto este tipo de apoio reflete no bom tratamento do usuário”, ressaltou.

Outro ponto explorado pelo italiano com relação ao consumo de drogas é se a dependência vem do poder da substância ou da intenção da pessoa em querer consumi-la. Para Ernesto, é fundamental que os atores que trabalham neste processo compreendam os diferentes fatores envolvidos nesta questão, abranjendo o contexto social em que o usuário está inserido. “O consumo de drogas é proporcional a uma sociedade que incita o consumo de mercadorias desenfreadamente. A única diferença está na maneira como o produto é usado”, encerrou.
Já o psicólogo e professor da UFRJ, Eduardo Mourão Vasconcelos, mostrou que os problemas enfrentados pelo movimento da saúde mental estão hoje intrinsecamente ligados à crise econômica global que vivemos. Segundo sua exposição, o fato de as decisões mundiais acontecerem diretamente nas esferas financeiras, a crise ambiental afetar o ecossistema do planeta e o novo padrão de desenvolvimento não sustentável dos países são os fatores para que os países deixem de investir em políticas sociais, o que consequentemente afeta a população.

“E é isso o que vem ocorrendo no Brasil”, segundo Mourão. O SUS sofre com o sucateamento das políticas sociais e com a precarização dos vínculos de trabalho, afetando o campo da saúde mental. “A conjuntura que se abre por conta das políticas neoliberais fez com que os avanços obtidos pela psiquiatria nos últimos anos sofressem um baque, exigindo hoje maior mobilização do movimento antimanicomial para dar respostas políticas de peso contra tais ameaças”, afirmou.

Terceira a se apresentar, a enfermeira e pesquisadora da Universidade de Feira de Santana, Marluce Maria Araújo Assis, traçou um panorama histórico do movimento da saúde no país desde os anos 1970, quando, em plena época da ditadura, começou a se desenhar o conceito de que saúde é democracia e democracia é saúde. Pontuando o que de mais importante aconteceu nos anos 1980, 1990 e 2000 na saúde pública e na saúde mental pelo país, Marluce ressaltou que o movimento social atuou ao longo desse período entendendo a saúde como um processo de Estado e não de governo.

Entretanto, a pesquisadora lembrou que, apesar de um sistema sólido, ainda há muito a ser feito, e o SUS enfrenta atualmente uma série de dilemas, como a insuficiência de financiamento para atender às necessidades brasileiras, a hospitalização da atenção como uma prática dominante, além de um modelo de atenção fragmentado e de baixa qualidade.

Encerrando essa mesa de debates, o presidente da Abrasme e pesquisador da ENSP, Paulo Amarante, afirmou que os debates neste III Congresso são para provocar uma reação na comunidade da saúde mental. “Não queremos uma reforma psiquiátrica no sentido do serviço apenas. Não é só fechar os hospitais e abrir Caps pelo país. Temos que mudar a relação que a sociedade tem com as pessoas consideradas com transtorno mental. Esse é o nosso desafio”, disse.

Segundo o pesquisador, o modelo de atenção psicossocial vigente é o de que o doente não pode viver em sociedade. Se faz necessária uma reforma para transformar este conceito. A adoção da política de abertura de Caps 1, 2 ou 3 pelo país burocratizou o atendimento ao usuário, deixando-o centrado em modelo médico, que olha apenas para o seu diagnóstico, sem se preocupar em transformar a relação com ele.

Amarante lembrou ainda que há pouco investimento no país para o desenvolvimento de novos pensamentos para o campo da saúde mental. “A Reforma Psiquiátrica não é apenas uma reforma do serviço, e sim da nossa relação com os sujeitos, descobrindo novos conceitos, atores e experiências territoriais”, afirmou.

link INFORME ENSP

22 de out. de 2012

Encontro sobre Práticas Sociais, Cidadania e Processos de Libertação: O Pontal do Triângulo em Movimento!!!


"O Instituto Gregorio Baremblitt (IGB) está promovendo o Encontro sobre Práticas Sociais, Cidadania e Processos de Libertação: O Pontal do Triângulo em Movimento!!! As atividades começarão na próxima sexta-feira, 26 de outubro, no IGB, rua Antônio de Paula nº 4, às duas e meia da tarde com a oficina "Descriminalização de Drogas e a Política de Redução de Danos", coordenada por Domiciano Siqueira, Presidente da ABORDA (Associação Brasileira dos Redutores de Danos). Continuam no sábado, na Câmara Municipal, a partir das nove da manhã com mesas que trataram de diversos temas como ecologia, economia solidária e desinstitucionalização; participação popular e autogestão; violência e microfascismo; novas formas de amar. Estarão presentes convidados de São Paulo, São José do Rio Preto, Uberaba, Iturama, Itapagipe, professores da Uniesp e UEMG, profissionais das mais diversas áreas, integrantes do IGB. O evento é aberto ao público. Todas as atividades são gratuitas. 
Inscrições e maiores informações no Instituto Gregorio Baremblitt, tel. 34 3421 0147".

10 de jul. de 2012

Don Quixote - Angeli


XI Congreso Internacional de Salud Mental y Derechos Humanos




XI Congreso Internacional de Salud Mental y Derechos Humanos


A realizarse los días 6, 7 y 8 de Septiembre en el Pasaje Dardo Rocha y Plaza San Martín de la Ciudad deLa Plata, organizado porla Asociación Madres de Plaza de Mayo yla Universidad Popular Madres de Plaza de Mayo. Este año, en que la lucha de las Madres cumple 35 años, nos convocan a poner en primer plano  el valor de la palabra y el derecho a la comunicación,  reconociéndonos en la consigna:   ¡EL SILENCIO NO ES SALUD!  Por la pl ena aplicación de la Ley de Servicios de Comunicación Audiovisual N°26522 y la Ley Nacional de Salud Mental N°26657Durante el mismo se desarrollarán:  

  • Primer Encuentro de Salud Mental y Medios de Comunicación: “ La determinación por  los discursos y la construcción de lazos sociales”
  • Foro Permanente de Salud Colectiva y Derechos Humanos
  • III Foro Internacional de Niñez y Adolescencia
  • ¡MejorARTE! Arte, Salud Mental y Derechos Humanos
  • Madres de Plaza de Mayo: 35 años de  luchas y proyectos
  • II Foro de Diversidad y Género
  • II Encuentro Latinoamericano por el Derecho a la Educación
Esta renovada convocatoria promueve el intercambio fraterno y el surgimiento de nuevos lazos sociales para promover la plena aplicación de estas leyes. Esa es la razón por la que esta edición del Congreso contará con la colaboración de la Facultadde Periodismo y la Facultadde Psicología dela Universidad NacionaldeLa Plata. Las Madres siguen marcando el rumbo en la construcción colectiva, la creatividad, las propuestas y la incansable lucha por la igualdad y la inclusión de todas y todos. Por eso…. ¡EL SILENCIO NO ES SALUD!... Abre el espacio para la conquista de nuestros derechos. ¡Bienvenidos! Dra. Silvina Rivilli Directora XI Congreso Salud Mental y Derechos Humanos  


  Ejes principales:

  • 35 años de pasión y lucha de las Madres de Plaza de Mayo

  • Realidad Latinoamericana en Salud Mental y Derechos Humanos, y el Derecho ala Comunicación.

  • Salud Colectiva: organización y participación popular.

  • Producciones estéticas: Arte, Salud Mental y Derechos Humanos.

  • Inclusión: Género, Diversidad, Minorías y Adultos mayores.

  • Niñas, Niños y Adolescentes: derechos y garantías. Estado, ciudadanía, políticas sociales, salud y educación.

  • El valor de la palabra: discursos y lazos sociales

  • Conquistas y ampliación de ciudadanía: aplicación de las leyes (Ley de Medios y Ley de Salud Mental)

 
Preinscripción: Hasta el 5 de Septiembre vía online en: http://eventos.enlineasoft.com.ar/congreso_p/login/login.php
Inscripción final: El 6 d Septiembre al iniciar el Congreso en las oficinas dispuestas para tal fin. Se hace efectiva al pagar el arancel estipulado.  


 
Formas de Participación:  
Mesas Redondas (Espacio de exposición y debate sobre un tema a cargo de varios ponentes, moderado por un coordinador) 
Mesa de presentación de trabajos libres (Producciones teórico-prácticas presentadas por los participantes de manera oral y como ponencia breve, en mesas de tres expositores)
Talleres (Espacio eminentemente participativo y/o vivencial en el cual se realiza y se produce una tarea a través de distintas técnicas grupales) Posters (Modo de exposición gráfica y/o visual que de modo sintético presenta el esquema de un trabajo, proyecto o conclusión de una determinada experiencia o investigación)
Muestras/Instalaciones (Durante los tres días del Congreso en las aulas asignadas para tal fin se realizarán muestras e instalaciones referidas a las temáticas que nos convocan en este Congreso)  


 
Condiciones de presentación de trabajos: 
Mesas redondas:especificar panelistas y Coordinador. Resumen de la propuesta de la mesa hasta 300 palabras. Los requerimientos técnicos serán evaluados según la disponibilidad de éstos por parte de la organización.

Trabajos Libres: Resumen: no debe exceder las 300 palabras. Sin requerimientos técnicos.

Talleres:especificar los objetivos y la metodología a desarrollar. Presentar resumen de no más de 300 palabras. Para esta modalidad no contamos con recursos técnicos 

Posters: medidas: 80 cm x 1m; se deberá presentar un resumen del mismo. Sin requerimientos técnicos.

IMPORTANTE:
LOS RESÚMENES SE PRESENTARÁN SOLO POR PÁGINA WEB EN http://eventos.enlineasoft.com.ar/congreso_p HASTA EL 31 DE JULIO  


Fechas y plazos para la entrega de trabajos:
Fecha límite de recepción de resúmenes trabajos: 31 de Julio
Publicación de programa provisorio, desde este momento se podrán hacer reclamos sobre el mismo: 10 de Agosto
Último día para enviar reclamos sobre el programa:22 de Agosto
Publicación del Programa definitivo:24 de Agosto  


  Aranceles:

ESTUDIANTES $100 - PROFESIONALES $200 - PÚBLICO EN GENERAL $100 - JUBILADOS $50  

Al momento de abonar la inscripción los participantes del Congreso deberán traer documentación que acredite la categoría en la cual se inscribieron. Todos los participantes y expositores deben abonar la inscripción. SIN EXCEPCIÓN. El pago se realizará directamente durante los días del Congreso, en la sede de La Plata.
Según la categoría (Estudiantes, Profesionales, Jubilados o Público General) es el tipo de certificado que se entregará.  

10 de jun. de 2012

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                                                  (não sei do autor/ retirada da net)